Entenda a taxa de IOF e como ela interfere na compra de moeda estrangeira

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Quando o assunto é enviar dinheiro para o exterior, é muito importante entender as taxas e impostos envolvidos no câmbio. Isso porque, se você não for cuidadoso, pode acabar pagando mais do que deveria pela conveniência de uma transferência rápida de dinheiro ou compra de moeda estrangeira.

Taxa de câmbio

A taxa de câmbio é o valor de uma moeda medido por outra moeda, ou seja, quanto é preciso dar em reais para receber um euro em troca, por exemplo. O mercado de câmbio é incrivelmente instável e as taxas podem flutuar em questões de segundos de acordo com aspectos econômicos e políticos do Brasil e de Portugal ou da Zona do Euro.

Há uma taxa de câmbio fixa que todos os bancos e corretores de câmbio usam para fazer transferências de dinheiro internacionais entre eles, chamada de taxa do meio do mercado ou interbancária. Porém, a maioria dos bancos e casas de câmbio vai cobrar uma taxa de câmbio mais desfavorável quando for trocar moedas. Ou seja, saiba que você paga sua taxa de transação mais uma taxa de câmbio.

Além das taxas de câmbio, é importante ter atenção ao IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras de crédito, câmbio e seguro. Ele está embutido nas transferências bancárias internacionais e quando o cartão de crédito ou débito de uma conta brasileira é usado no exterior. O imposto é um dos principais responsáveis por tornar a compra de moeda estrangeira mais cara no Brasil.

Atualmente, a taxa de IOF para compra de moeda estrangeira em dinheiro vivo é de 1,1% sobre o valor da operação realizada. Já quem usa cartão – seja de débito ou de crédito – ou cheque de viagem vai pagar IOF de 6,38% sobre o valor total.

Usar o cartão X comprar moeda

Comprar moeda estrangeira em papel é financeiramente mais vantajoso do que usar cartão e cheques de viagem. Todavia, a desvantagem do papel-moeda é que ele é menos seguro, já que não existe qualquer garantia no caso de ser roubado. Os cartões têm a possibilidade de serem bloqueados em caso de furto, extravio ou roubo e os cheques de viagem têm, normalmente, seguro em caso de roubo.

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